sábado, 19 de junho de 2010
Ata número vinte e três
Aos dezesseis dias do mês de dezembro do ano de dois mil e nove, reuniram-se na sala da direção da UBS/IAPI, ás treze horas e dez minutos, em segunda chamada, Ana Assis, Simone Sabedot, Ana Maria Cabral, Ana Elisa, Maria Otilia, Luzia Sousa Telles, Marcus Vinicius e Gabriel Antonio Vigne. Lida e aprovada á ata de número vinte e um, com a ressalva feita por ANA Cabral, de que o senhor Paulo Ricardo teria se prontificado a realizar a confirmação dos endereços das pessoas que haviam se pronunciado, e não de todos os que haviam solicitado cadastro, e que ainda assim, constatou que no endereço citado pelo usuário, havia pessoas que residiam no interior, usando como endereço a residência da mãe. Como não há forma de se considerar correta a avaliação feita por correspondência, à solução deveria ser indicada pelo CLS. A seguir passou-se a leitura da ata de número vinte e dois, com a ressalva de ANA Cabral, que informou, que ao comentar sobre o caso do transporte de usuários para fisioterapia e ou consultas e exames, não seria apropriado e sim desnecessário, uma vez que o doutor Marcus resolveu mui facilmente a questão, e que Jane e Ane Mari entenderam e se desculparam pelo ocorrido. Prosseguindo nos informes, Ana comenta que o brechó da vila Ipiranga estaria sofrendo algum processo, todavia tendo conversado com Ana Dagord, da equipe do gestor, que sugeriu, que doravante o brechó poderia funcionar eventualmente no posto IAPI, não como norma, porém em períodos festivos ou datas comemorativas, tais como semana da mulher, semana do idoso, Natal, Páscoa, dia da criança, dia dos Pais, dia das Mães, o que foi aceito pelo CLS, e que as vendas de crochê teriam igual tratamento. LUZIA esclarece que as reclamações com relação ao brechó, são oriundas de muito antes da existência do mesmo, quando das feiras realizadas pelo pessoal do climatério, e o material comercializado era de produção de grupos constituídos com fins terapêuticos. O caso citado em ata, se tratava de denuncia efetuada através da ouvidoria do município, e que teria mantido contato com o reclamante, e que o mesmo foi muito enfático em suas palavras, contestando a utilização do espaço para mercantilismo em local não apropriado, devendo o espaço, ser utilizado para a prestação de serviços condizentes com a saúde pública. MARCUS pede que fique muito claro, que a utilização do brechó é fruto da articulação da comunidade, estando o conselho participando ativamente nas decisões, e apoiando a iniciativa. Ficou então estabelecido pelo conselho, que nas semanas que antecedessem cada evento, seria feito aviso e posto no mural da comunidade e corredores do posto, os períodos em que o brechó e crochê, estarão à disposição de quem desejar compartilhar. ANA diz ter solicitado ao gestor, sua presença em alguma reunião do CLS, pois existem questionamentos que apreciaríamos ter a opinião do gestor, conseguindo sua anuência, sempre que convidados com antecedência. Sugeriu-se que a próxima reunião, seria realizada no dia vinte de janeiro, quarta feira da terceira semana do mês acima citado. ANA comentou ainda que conversou com Ângela, responsável pela equipe do crochê, e que a mesma havia acordado na desocupação e liberação da sala para a utilização dos conselhos, Local e Distrital, sugerindo que as reuniões do CLS, ainda continuassem sendo realizadas, na sala da direção da UBS, por ali ter um aparelho de ar condicionado, o que foi aceito pelos integrantes da mesa, salvo se o número de participantes viesse a ultrapassar a capacidade do local. Citou que continua pendente o caso da colocação de bancos na entrada do posto. Informou ainda que a verba colocada à disposição do setor de fisioterapia, e pertencente ao brechó, estaria sendo devolvida, por terem conseguido o produto de outra forma. LUZIA diz que o produto utilizado, tem validade de curto prazo, não permitindo estocagem sem sua efetiva necessidade, e que em outras ocasiões, esse tipo de solicitação era efetuado pela venda de papeis, porem a empresa recicladora, só retira se tiver uma carga completa, e as verbas disponibilizadas pela prefeitura, muitas vezes demoram até noventa dias, para ser disponibilizada. ANA informa que, as constantes reclamações de fichas para a ginecologista Carmem, foi decidido que a mesma não mais atenderia obstetrícia, sendo as cinco fichas remanejadas para outros médicos obstetras que dispunham de vagas em seus atendimentos ficando dessa forma, acrescidas em cinco fichas para o climatério. Em se tratando do número de conselheiros usuários, temos uma carência de duas vagas, que deverão ser convocados dentre os usuários eleitos como suplentes. SIMONE comenta sobre a retirada de um painel colocado na entrada da área sete, permitindo uma visualização mais ampla do local, passando a citar comentários pertinentes às diferenças de ouvidoria e conselho, que até então não havia entendido, sugerindo que se exemplificasse as diferenças e atribuições das mesmas, através de informações no mural da comunidade. ANA diz que já foi questionado o caso da emissão de um boletim informando a comunidade das realizações e das muitas dificuldades que os conselhos atravessam, pela falta de participação da sociedade, mostrando a importância e a falta que cada individuo faz nas decisões tomadas. LUZIA informa que em tempos passados havia uma ouvidoria no posto IAPI, em que as pessoas preenchiam um formulário, dando ciência dos problemas existentes, e a direção tomando conhecimento, efetuava os ajustes necessários, dando ciência ao questionador, havendo suspendido essa conduta a partir do momento em que a SMS criou seu sistema de ouvidoria. A ouvidoria é um sistema muito distante e impessoal, diferenciando da participação e troca de informações. No primeiro caso o questionante não toma conhecimento das ações efetuadas recebendo simplesmente uma resposta fria e muitas vezes não solucionando o problema. SIMONE questiona o caso da disponibilização de verbas e da forma como havia sido exposto na reunião anterior, pois acredita que todos os postos de saúde de Porto Alegre passam por dificuldades, em especial para as reformas que se fazem urgentes e inadiáveis. MARCUS tenta demonstrar que as verbas para reforma podem ser de cunho Federal, Estadual ou Municipal e com destinos específicos, não sendo possível à ingerência do gestor local sobre a destinação dos valores disponibilizados. Os valores não são entregues ao posto, o que vem é a reforma, pois os contratos são realizados em outra esfera da gestão. A seguir passamos a verificar a caixa de sugestões, onde constatamos que usuários de outra região desejam fazer suas consultas no IAPI, que são encaminhadas para serem atendidos em seus postos de origem, problemas em fechaduras de banheiros, solicitações de suporte para dependurar a bolsa nos banheiros, pois o piso é anti-higiênico, vários elogios no atendimento e qualidade dos serviços. ANA comenta sobre o mural vermelho, disponibilizado todas as terças-feiras, para indicação do guichê de atendimento de odonto. ANA ASSIS cita que o cadeado existente na caixa de sugestões está defeituoso, solicitando sua troca. LUZIA aceita a incumbência de fazer sua substituição. Nada mais havendo a tratar, lavrei a presente ata, que vai assinada por mim, Gabriel Antonio Vigne, e demais presentes.
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