sábado, 19 de junho de 2010

Ata número vinte e nove

Aos dezenove dias do mês de maio do ano de dois mil e dez, na sala da direção da UBS/IAPI, em nome do Conselho Local de Saúde, e com a presença de: Ana Assis, Ana Maria Cabral, Maclaine Roos, Rosemeire Coutinho, Simone Sabedot, Carla Vaz, Paulo Ricardo Santos e Gabriel Antonio Vigne, ás quatorze horas e dez minutos, deu-se o inicio da reunião do CLS. Lida e aprovada á ata anterior, com a ressalva de Simone de que não havia dito que o equipamento oftalmológico fora dito por médico do Santa Marta, mas sim por funcionário da área sete. Como segunda ressalva, disse que o comentário feito sobre a doação de bens ou dinheiro, era de caráter restrito com o doutor Marcus, negando que havia citado em reunião, embora discutido e comentado por todos os participantes da mesa, e entendendo que bem se tratava de imóveis e não como móveis e equipamentos. Ana Cabral faz ressalva de que, para adultos passou a ser permitido duas fichas por pessoa e para a pediatria, não existindo limite de fichas, contanto que fosse do mesmo cadastro familiar. Rosemeire pergunta sobre um cartaz existente junto a urna de sugestões e referentes a uma pesquisa sobre o tempo de espera na fila e preenchimento de um formulário que não esta disponível no local. Maclaine esclarece que o cartaz já não tem valor e deve ser retirado. Simone reclama da não citação em ata, de sua solicitação de uma listagem de prioridades, tais como cortinas na sala de ginecologia e se tratar de um bem de pouco valor monetário. Ana Cabral cita que na área de ginecologia foram colocadas cortinas novas de PVC em azul claro, prontificando-se a acompanhá-la para verificação, acrescentando que estão instalando aparelhos de ar condicionado. Simone discorda da instalação de ar condicionado, alegando que prioridade são cortinas e toalhas, sugerindo que ao invés de ar condicionado um ventilador e uma estufa seriam mais baratos. Ana Cabral diz que dispunham de estufas que alem do grande consumo de energia, queimavam o oxigênio e viviam estragando e não serem recomendadas. Maclaine diz que onde se trabalha com crianças não se pode fazer uso de estufas, devido o alto grau de ocorrer um acidente. Ana Cabral diz que para conseguir alvará para seu consultório particular, foi obrigada a colocar um aparelho se ar condicionado na sala de exames, mas na sala de espera o ventilador era permitido. Ana Assis passa para Ana Cabral uma lista fornecida pela enfermeira Giselda, referente material de apoio para o ambulatório de curativos, com a sugestão de que se possível serem adquiridos com dinheiro do brechó. Ana Cabral ficou de verificar com Luzia a possibilidade de se obter através do posto, e Ana Assis se incumbiu de falar com Giselda, para que se faça um orçamento dos bens não pertinentes a manutenção das salas, para um exame das custas. Simone pede esclarecimentos sobre o que é emergência e deve ser encaminhado diretamente ao hospital e o que pode ser tratado no posto, tendo como base o depoimento ocorrido na reunião anterior, e apresentando a possibilidade de um individuo com uma farpa no olho, qual seria o caminho a seguir. Rosemeire tenta explicar citando o exemplo passado com Luzia, que ao ser acometida por uma conjuntivite, foi encaminhada pelo oftalmologista do posto, para a emergência do banco de olhos. Maclaine solicita informação sobre os problemas com a marcação das primeiras consultas da odonto, que estariam atrasando o agendamento de consultas do dia em especial nas terças-feiras. Rosemeire diz que consultas para idosos é diária. Carla diz que normalmente as fichas não são todas distribuídas nas terças-feiras, sendo esse dia em que se inicia o agendamento, podendo ser efetuado em qualquer horário enquanto houver disponibilidade. Maclaine sugere que se altere o horário de agendamento de odonto para horários de menor movimento. Ana Cabral alerta para o caso de um paciente que tenha a necessidade de consulta com médico muito disputado e que deve vir muito cedo ao posto, sob pena de não conseguir o agendamento, e ao mesmo tempo tiver a intenção de agendar para odonto, teria de aguardar duas horas para poder exercer seu direito da segunda ficha, como acordado anteriormente, o que seria um contra censo. Carla diz que não há problema em alterar o dia de agendamento da primeira consulta, visto que assim foi ajustado para que o paciente em tratamento tivesse garantida a vaga para a conclusão dos serviços iniciados. Rosemeire sugere que a pauta seja adiada para a próxima reunião. Gabriel propõe que seja adotado o mesmo esquema das consultas para os clínicos, com horário livre. Rosemeire diz que o usuário inicia o tratamento, e se deseja prosseguir, se dirige para fazer o agendamento, e se não houver disponibilidade de ficha, ele interrompe a conclusão do trabalho, tendo dificuldade de retorno, pois o numero de dentistas estão sendo reduzidos por aposentadoria e não são repostos pela prefeitura. Paulo Ricardo diz que através de análise do quadro de agendamentos, não houve mudanças de comportamento no volume de agendamentos após o remanejamento do local de marcação das consultas, nem para a odonto como no de outras especialidades. Maclaine pergunta por que o agendamento de odonto não poderia ser para um horário de menor movimento e não só em dia da semana. Rosemeire diz que a caixa de sugestões está sendo muito útil, pois apresenta onde estão os problemas, auxiliando a administração no aperfeiçoamento gerencial. Paulo diz que para o gerenciamento esta sendo muito louvável, porem para a redução de filas, somente com a contratação de funcionários e equipamentos, pois eles nunca vão deixar de existir, o ministério publico exigiu que houvesse guichê para atendimento de idosos, e os próprios idosos não consideraram uma medida muito acertada. Maclaine diz que vários usuários reclamaram, julgando que ainda a reconhecem como se estivesse na coordenação do posto, solicitando modificações no agendamento de consultas, por ficarem muito tempo na fila. Paulo diz que a população também deve entender que os funcionários são pessoas que também ficam doentes, e sempre vai existir um momento em que a equipe pode ficar desfalcada e o atendimento mais moroso. Ana Cabral diz que certo dia, circulando pelo posto, encontrou a Pediatra Maria Otilia, que disse estar disponível há mais de meia hora sem atender viva alma, e verificando o agendamento constatou não haver demanda alguma. Paulo volta a afirmar que o problema é de recursos humanos, e enquanto isso não for sanado, estaremos trocando um problema e criando outro. Com isso o assunto foi transferido para uma próxima reunião, e passamos aos informes e sugestões; mais médicos na parte da manhã, mais funcionários para atendimento, horário de atendimento da farmácia, mais enfermeiras na vacinação, constrangimento por não haver cortina na sala de exame ginecológico e que continue o agendamento. Nada mais havendo a tratar lavrei a presente ata que vai assinada por mim Gabriel Antonio Vigne e demais presentes.

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