Aos dezenove dias do mês de maio do ano de dois mil e dez, na sala da direção da UBS/IAPI, em nome do Conselho Local de Saúde, e com a presença de: Ana Assis, Ana Maria Cabral, Maclaine Roos, Rosemeire Coutinho, Simone Sabedot, Carla Vaz, Paulo Ricardo Santos e Gabriel Antonio Vigne, ás quatorze horas e dez minutos, deu-se o inicio da reunião do CLS. Lida e aprovada á ata anterior, com a ressalva de Simone de que não havia dito que o equipamento oftalmológico fora dito por médico do Santa Marta, mas sim por funcionário da área sete. Como segunda ressalva, disse que o comentário feito sobre a doação de bens ou dinheiro, era de caráter restrito com o doutor Marcus, negando que havia citado em reunião, embora discutido e comentado por todos os participantes da mesa, e entendendo que bem se tratava de imóveis e não como móveis e equipamentos. Ana Cabral faz ressalva de que, para adultos passou a ser permitido duas fichas por pessoa e para a pediatria, não existindo limite de fichas, contanto que fosse do mesmo cadastro familiar. Rosemeire pergunta sobre um cartaz existente junto a urna de sugestões e referentes a uma pesquisa sobre o tempo de espera na fila e preenchimento de um formulário que não esta disponível no local. Maclaine esclarece que o cartaz já não tem valor e deve ser retirado. Simone reclama da não citação em ata, de sua solicitação de uma listagem de prioridades, tais como cortinas na sala de ginecologia e se tratar de um bem de pouco valor monetário. Ana Cabral cita que na área de ginecologia foram colocadas cortinas novas de PVC em azul claro, prontificando-se a acompanhá-la para verificação, acrescentando que estão instalando aparelhos de ar condicionado. Simone discorda da instalação de ar condicionado, alegando que prioridade são cortinas e toalhas, sugerindo que ao invés de ar condicionado um ventilador e uma estufa seriam mais baratos. Ana Cabral diz que dispunham de estufas que alem do grande consumo de energia, queimavam o oxigênio e viviam estragando e não serem recomendadas. Maclaine diz que onde se trabalha com crianças não se pode fazer uso de estufas, devido o alto grau de ocorrer um acidente. Ana Cabral diz que para conseguir alvará para seu consultório particular, foi obrigada a colocar um aparelho se ar condicionado na sala de exames, mas na sala de espera o ventilador era permitido. Ana Assis passa para Ana Cabral uma lista fornecida pela enfermeira Giselda, referente material de apoio para o ambulatório de curativos, com a sugestão de que se possível serem adquiridos com dinheiro do brechó. Ana Cabral ficou de verificar com Luzia a possibilidade de se obter através do posto, e Ana Assis se incumbiu de falar com Giselda, para que se faça um orçamento dos bens não pertinentes a manutenção das salas, para um exame das custas. Simone pede esclarecimentos sobre o que é emergência e deve ser encaminhado diretamente ao hospital e o que pode ser tratado no posto, tendo como base o depoimento ocorrido na reunião anterior, e apresentando a possibilidade de um individuo com uma farpa no olho, qual seria o caminho a seguir. Rosemeire tenta explicar citando o exemplo passado com Luzia, que ao ser acometida por uma conjuntivite, foi encaminhada pelo oftalmologista do posto, para a emergência do banco de olhos. Maclaine solicita informação sobre os problemas com a marcação das primeiras consultas da odonto, que estariam atrasando o agendamento de consultas do dia em especial nas terças-feiras. Rosemeire diz que consultas para idosos é diária. Carla diz que normalmente as fichas não são todas distribuídas nas terças-feiras, sendo esse dia em que se inicia o agendamento, podendo ser efetuado em qualquer horário enquanto houver disponibilidade. Maclaine sugere que se altere o horário de agendamento de odonto para horários de menor movimento. Ana Cabral alerta para o caso de um paciente que tenha a necessidade de consulta com médico muito disputado e que deve vir muito cedo ao posto, sob pena de não conseguir o agendamento, e ao mesmo tempo tiver a intenção de agendar para odonto, teria de aguardar duas horas para poder exercer seu direito da segunda ficha, como acordado anteriormente, o que seria um contra censo. Carla diz que não há problema em alterar o dia de agendamento da primeira consulta, visto que assim foi ajustado para que o paciente em tratamento tivesse garantida a vaga para a conclusão dos serviços iniciados. Rosemeire sugere que a pauta seja adiada para a próxima reunião. Gabriel propõe que seja adotado o mesmo esquema das consultas para os clínicos, com horário livre. Rosemeire diz que o usuário inicia o tratamento, e se deseja prosseguir, se dirige para fazer o agendamento, e se não houver disponibilidade de ficha, ele interrompe a conclusão do trabalho, tendo dificuldade de retorno, pois o numero de dentistas estão sendo reduzidos por aposentadoria e não são repostos pela prefeitura. Paulo Ricardo diz que através de análise do quadro de agendamentos, não houve mudanças de comportamento no volume de agendamentos após o remanejamento do local de marcação das consultas, nem para a odonto como no de outras especialidades. Maclaine pergunta por que o agendamento de odonto não poderia ser para um horário de menor movimento e não só em dia da semana. Rosemeire diz que a caixa de sugestões está sendo muito útil, pois apresenta onde estão os problemas, auxiliando a administração no aperfeiçoamento gerencial. Paulo diz que para o gerenciamento esta sendo muito louvável, porem para a redução de filas, somente com a contratação de funcionários e equipamentos, pois eles nunca vão deixar de existir, o ministério publico exigiu que houvesse guichê para atendimento de idosos, e os próprios idosos não consideraram uma medida muito acertada. Maclaine diz que vários usuários reclamaram, julgando que ainda a reconhecem como se estivesse na coordenação do posto, solicitando modificações no agendamento de consultas, por ficarem muito tempo na fila. Paulo diz que a população também deve entender que os funcionários são pessoas que também ficam doentes, e sempre vai existir um momento em que a equipe pode ficar desfalcada e o atendimento mais moroso. Ana Cabral diz que certo dia, circulando pelo posto, encontrou a Pediatra Maria Otilia, que disse estar disponível há mais de meia hora sem atender viva alma, e verificando o agendamento constatou não haver demanda alguma. Paulo volta a afirmar que o problema é de recursos humanos, e enquanto isso não for sanado, estaremos trocando um problema e criando outro. Com isso o assunto foi transferido para uma próxima reunião, e passamos aos informes e sugestões; mais médicos na parte da manhã, mais funcionários para atendimento, horário de atendimento da farmácia, mais enfermeiras na vacinação, constrangimento por não haver cortina na sala de exame ginecológico e que continue o agendamento. Nada mais havendo a tratar lavrei a presente ata que vai assinada por mim Gabriel Antonio Vigne e demais presentes.
sábado, 19 de junho de 2010
Ata número vinte e oito
Ata número vinte e sete
Ata número vinte e seis
Ata número vinte e cinco
Ata número vinte e quatro
Ata número vinte e três
Ata número vinte e dois
Ata número vinte e um
Ata número vinte
Ata número dezenove
Ata número dezoito
Ata número dezessete
Ata número dezesseis
Ata número quinze
Ata número quatorze
Ata número treze
Ata número doze
Ata número onze
Ata número dez
Ata número nove
Aos vinte dias do mês de maio do ano de dois mil e nove, reunidos na sala da direção da UBS/IAPI, Maclaine de Oliveira Roos, Ana Assis, Maria Otilia, Ana Elisa Santos, Simone Sabedot, Marcos Vinicius, Aline Russo, Stefania Cioato e Gabriel Antonio Vigne. Lida e assinada a ata anterior, a sra.Simone solicitou esclarecimentos sobre plataforma da equipe candidata nas eleições da Distrital Noroeste e, questionando validade do conselho da UBS, por não ter ainda a liberação do normativo pela Secretaria Municipal de Saúde e solicitou o desligamento de sua participação como mesária nas eleições do próximo dia 26 (vinte e seis), por considerar, não ser de responsabilidade da UBS. A senhora Ana Elisa comunicou que no dia anterior, o veiculo destinado ao transporte da equipe estava estragado, e que o Doutor Lajose teve que fazer uso de sua condução particular para atendimento das consultas programadas, solicitando verificar a possibilidade de dividir o uso do veiculo disponibilizado para a direção, nessas eventualidades. A senhora Simone solicitou um programa preventivo para os usuários, com exames completos de sangue, com controle em prontuário e sinalizados pelo clinico, o que foi amplamente exposto pelo Diretor Marcos Vinicius, que o atendimento deve ser individualizado para cada individuo, sendo solicitados exames em conformidade com o estado patológico. Aberta a urna de sugestões constatou-se a reclamação de fumaça expelida por fumantes causada por trabalhadores da reforma da obra a ser utilizada pelo Hospital Mãe de Deus. Houve igualmente reclamatória quanto ao numero de fichas na área pediátrica para determinado medico que è funcionário da União, e que por deferência do mesmo acabou sendo atendida. Tivemos a satisfação de receber vários elogios quanto ao funcionamento de vários órgãos tanto da UBS quanto da Distrital. A sra. Ana Elisa solicitou que quem tivesse livros que pudessem ser doados para utilização na Biblioteca do posto localizada na área 14 (quatorze) onde poucos usuários conhecem e a utilizam, pedindo inclusive sua transferência para local mais visível, possibilitando que mais usuários fizessem uso. Nada mais havendo a tratar, lavrou-se a presente ata que vai assinada por mim e demais participantes.