terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Conselho local de saúde Ubs/iapi

Rua Três de Abril, 90 
Informativo Nº 13
JANEIRO/FEVEREIRO DE 2014

Inicia-se o Ano com muita alegria e expectativas de lutas para alcançar melhores dias para uma população com base de vida sacrificada e merecedora de vislumbrar melhores momentos e merecida folga em seu apertado orçamento, filas nas madrugadas em busca de um atendimento escasso e difícil para obter saúde que nem sempre é conseguida. Que as bênçãos do céu nos concedam a graça ver nosso time se tornar campeão, nossa saúde atendida e os exames realizados a tempo de salvar vidas.

 PLENARIAS 2014

CONSELHO LOCAL
Janeiro                   dia 16 
Fevereiro           recesso 
Março                     dia 20 
Abril                       dia 17 
Maio                       dia 15 
Junho                     dia 26 
Julho                      dia 17 
Agosto                   dia 21 
Setembro              dia 18 
Outubro                 dia 16 
Novembro              dia 20 
Dezembro             dia 18

CONSELHO DISTRITAL

Janeiro                  recesso 

Fevereiro              recesso 
Março                       dia 26 
Abril                          dia 23 
Maio                          dia 28 
Junho                       dia 25 
Julho                         dia 23 
Agosto                      dia 27 
Setembro                 dia 24 
Outubro                    dia 22 
Novembro                dia 26 
Dezembro               dia 17

BRECHÓ
Em dois mil e quatorze o brechó reabrirá nos dias a seguir discriminado.

Março            dias 10,11 e 12 
Abril               dias 07, 08 e 09 
Maio               dias 05, 06 e 07 
Junho            dias 09, 10 e 11 
Agosto           dias 04, 05 e 06 
Setembro      dias 08, 09 e 10 
Outubro         dias 06, 07 e 08 
Novembro     dias 10, 11 e 12 
Dezembro     dias 08, 09 e 10

CEO
Após quatro anos de luta, a comunidade através do CDS Noroeste pode finalmente contar com o Centro de Especialidades Odontológicas, que a partir do corrente mês passa a atender plenamente seus usuários na área 14 sob a coordenação de Liane Kilian. Parabéns usuários.

FILOSOFIA
Um antropólogo propôs um jogo para crianças de uma tribo Africana. Ele colocou uma cesta de guloseimas próximo a uma arvore e disse às crianças que o primeiro a alcançar a cesta seria o vencedor e ficaria com tudo o que havia nela. Dada a partida, todas as crianças se deram as mãos e juntas correram e dividiram as guloseimas. Inquiridas sobre o porquê assim o fizeram se um poderia ter ficado com tudo, responderam. ‘UBUNTU’, como pode um de nos ser feliz se todos os outros estão tristes?
UBUNTU na filosofia de tribos Africanas pode ser resumido como. “Eu sou porque somos”.
Moral da história; o egoísmo de um, torna os demais infelizes.

ESPECIALIDADES
O posto do IAPI, outrora orgulho da cidade de Porto Alegre, hoje conta com um mínimo de especialidades e se não tomarmos providencias urgentes acabaremos tendo que fazer fila em outro posto. Os profissionais médicos concursados na década de 1980, Federais e Estaduais restam poucos, o município não providencia substitutos para ocupar o lugar dos que se aposentam, ou que solicitam transferência e retorno para o Estado, ficando o posto a descoberto. Se a câmara não criar as vagas, não haverá concurso e em conseqüência ficaremos sem profissionais na saúde e a população ficará desassistida. 

AGENDE-SE

Próximas Plenárias:
Janeiro                                        16 
Fevereiro                            recesso

Brechó
Março                   dias 11-12 e 13 
Abril                     dias 09-10 e 11

Visite e acompanhe nossas atividades acessando http://direcaoclsubsiapi.blogspot.com
Onde você encontrará Boletins, fotos dos eventos e atas realizados pelo Conselho Local de Saúde da UBS/IAPI.
Para acompanhar o Conselho Distrital de Saúde Noroeste acesse: http://direcaocdsnoroeste.blogspot.com

Ata número 10/2013

Aos vinte e um dias do mês de novembro do ano de dois mil e treze, na sala três da Gerencia Distrital Noroeste localizada junto á área doze do CS IAPI, às quatorze horas e quinze minutos, deu-se o início da reunião plenária do CLS da UBS IAPI, com a presença de; Alcides Machado Carion, Ana Elisa Freitas, Ana Jesuína Assis, Ana Lúcia Dagord, Ana Maria Possebon, Ana Rita da Silva, Andre Behle, Beatriz Torres, Carla Fernanda Amaro Moreira,Catia Alone Lara,Cristina Reveré Gehlig, Dulceny Gomes de Jesus, Edilene Machado, Eni Oliveira,Ermelinda de Souza, Gabriel Antonio Vigne, Gilmar Campos, Glaci Silveira, Graziela Zottis, Ilse Inês da Silva,Ivone Zandonai, Jacira Wacad, Joana Olivia Fernandes, José Balestrin, Lea Maio Henke, Lucia Trajano, Lucia Vitoria dos Santos, Luciane Weber, Marcos Ropke, Maria Geni Souza, Maria Rejane Seibel, Maria Terra, Mirian Kolinger, Nazário Barrios, Nelsa Alguali, Nora Vera Guimarães, Rejane Zapeiam, Rosane Silveira, Sandra Bulzanini e Rosemari. Lida e aprovada a ata anterior sem ressalvas, Ana Elisa passou a coordenar a reunião solicitando que cada um se identifique, dentre as quais  identificamos, Rosane da coordenadoria da atenção básica da SMS, Gilmar representando o CMS, Ana D’agord representando a GD, Graziela representando a UBS/IAPI, Luciana representando a USF, Ana Rita representando o SIMPA, Maria Rejane trabalhadora e representante do Sindicato das Enfermeiras, Gabriel, Ana Assis e Ana Elisa representando o CLS da UBS/IAPI, trabalhadores e usuários. Aberto para os informes, Maria Rejane comenta sobre a realização de festividades durante a semana do idoso e a intenção de anualmente se lançar um calendário com imagens alusivas ao evento, conforme o já realizado pela UBS/Restinga, passando dentre os presentes uma lista de colaboradores dispostos a adquirir exemplares, em razão de não haver patrocínio. Anunciou também que alem do teste do pesinho, estão executando o teste da hepatite B e C e Porto Alegre foi premiado pela divulgação do programa de aleitamento materno, onde uma das unidades vistoriadas pelo MS foi a UBS/IAPI. Ana D’agord declarou estar em férias e devido a importância do assunto a ser tratado, adiou sua viagem de férias dando o devido valor que o evento merece. Disse estar exercendo suas funções no posto do IAPI desde 2005, que na época dispunha de um serviço de Pronto Atendimento que mantinha uma gama de serviços e atendendo um mínimo de pacientes acarretando despesas desnecessárias alem de ser um lugar de pouco acesso viário e a UBS encerrava seu trabalho as quatorze horas. Nessa ocasião houve uma tempestade que inundou a área onde funcionava o SPA e a área foi condenada e como os usuários não mantinham vinculo com os profissionais,  seus trabalhadores foram transferidos para a área dez e onze onde passaram a atuar. Em 2007, Ione coordenadora do CDs Noroeste em conjunto com o CMS passaram a defender a ocupação dos vazios da cidade e disse ser necessária uma equipe de profissionais que se dispusessem a fazer visitas domiciliares por termos a segunda região de Porto Alegre com mais idosos e, portanto mais vulneráveis, sendo aprovadas três equipes de ESF para o IAPI e três para o Parque São Sebastião, que tão logo seja liberado o terreno e construído o posto também deixarão de ter que se deslocar até o IAPI. Na época o MS preconizava que as equipes não seriam incorporadas as UBSs, motivo porque foram remodeladas ambientes para a adequação as suas necessidades.  Como na época se pensava em adotar o mesmo sistema das USF nas UBSs e a Coordenadora da UBS senhora Rosemary já dispunha de todo um planejamento feito para colocar em ação, porem com o falecimento de sua progenitora e somados seu estado de saúde não retornou aos serviços. Hoje Graziela ocupa o cargo de coordenação da UBS e vai implantar o acolhimento. Com a necessidade de se implantar um Conselho para a USF, a Acessora técnica do CMS disse não serem possíveis dois conselhos num mesmo endereço, aconselhando a unificação dos serviços já que o MS admite as UBSs terem equipes de ESF, sendo considerada solução obvia para um problema que vem se arrastando e questionado pelos usuários que perderam o vinculo com seus médicos, considerando que ser atendido por enfermeira para fazer uma avaliação de suas necessidades de consultar com o médico é uma humilhação. Luciana concorda que existe uma descriminação da população para com as enfermeiras que fazem uma avaliação, desconhecendo que em seus quatro anos de faculdade tiveram grande numero de cadeiras iguais ás do médico, e se for verificado podemos encontrar pacientes que semanalmente vem consultar, tirando vagas de quem mais necessita. Na UBS ainda não foi implantado o o serviço de acolhimento porque Rosemary esteve afastada por mais de quatro meses. Se a SMS e o CMS concordam que os serviços podem ser realizados em comum, porque não adotar. Na USF temos pessoal muito bem qualificado e que serão de grande valia para a comunidade. Rosane diz que só se constrói um bom atendimento, com a participação dos usuários, trabalhadores e gestores, e que este é o desafio a ser vencido. Nosso dever é atender cada cidadão em suas necessidades básicas e em caso de necessidade encaminhar ao atendimento especializado e por ultimo o hospitalar. A SMS adotou o sistema de atenção básica recomendado pelo MS que é a USF, onde o primeiro contato acontece com as agentes comunitárias se responsabilizando pelo cadastro dos habitantes da região fazendo um elo entre o usuário e o agente de saúde. A diferença da UBS é que o usuário busca diretamente o posto e o trabalhador que desconhece suas carências e riscos demandando um tempo maior no reconhecimento das causas. A ESF conta com o Núcleo de Apoio a Saúde da Família “NASF” que é uma equipe de profissionais especializados que atende até nove equipes de Saúde da Família, temos também o “NASCA” Núcleo de Assistência a Saúde da Criança e Adolescente, que dão suporte as USFs e tudo isso é a atenção básica. Disse também que a participação das especialidades é importante nestes tipos de debates pois tudo faz parte da saúde do usuário. Gilmar declara que na Lomba do Pinheiro conviveu com o mesmo problema que em 2008 foi colocada uma ESF dentro de UBS Panorama, passando pelos mesmos problemas até que se conseguiu o consenso de manter um só conselho para ambos os serviços mediante a cobrança de que equipes da UBS se tornassem solidárias à USF e vice versa, constituindo um conselho misto englobando dos dois serviços por pressão da comunidade. Aberta a palavra aos presentes, André iniciou elogiando a USF e partiu para a falta de um plano de carreira e salários e citando o IMESF que esta condenada pelo Ministério Público. Carion cita que em sua área tem aproximadamente 3.500 usuários a maioria de idosos e que necessitam de uma atenção maior e que poucos tem o poder de dispor de um plano de saúde. Rejane diz que o trabalhador da UBS não é contra a USF, mas sim contra a criação do IMESF que o CMS desde o inicio foi contra sua criação e foi criado a revelia e é considerado inconstitucional pelo MP e o secretário foi alertado de que serviço público deve ser estatutário. Nazário diz que quer ter a liberdade de escolher seu médico e que para conseguir a reconsulta com um especialista, deve vir para a fila às duas hora da manhã. Rose diz que o Posto IAPI não tem dificuldade de acesso, pois se localiza entre a av. Assis Brasil e Plínio Brasil Milano e que as pessoas não vêm a pé e sim de carro. Também reclama das especialidades e o direito de escolher seu médico. Beatriz diz participar desde a implantação da USF e sendo sua defensora por acreditar em sua política porem devem ser ampliados por haver muitos idosos que necessitam de um olhar mais humanizado. Rosane diz que toda mudança traz certo temor, e que a UBS embora tendo regredido em sua atenção básica, o que importa é que esteja funcionando e se reportou as dificuldades para as especialidades. Marcos se diz contrario a fusão da UBS e USF em função do grande número de usuários da UBS. Ana D’Agord alerta que a reunião foi pautada para discutir a integração dos serviços e que a situação do IMESF, dos contratos, salários são discutidos em outro fórum. A participação de todos na construção é importante e devemos nos ater a pauta. Alcides diz que vai passar algumas sugestões por escrito para a GD, solicitando seja protocolada. Para o assunto que esta sendo tratado existe pessoas preparadas e outras nem tanto, havendo a necessidade de uma reciclagem e que o gestor pode resolver e que o sistema SF é de um atendimento 24 horas, ao contrario do que foi afirmado. Os prontuários devem ser eletrônicos para que o médico possa consultar no momento de um atendimento distante de sua base. Rejane diz que o trabalhador é também usuário e defende que o trabalhador seja estatutário concursado e não contratado e a USF até o momento não esta completa, ou será que os fins justificam os meios? Devemos ter cuidado com o ponto de vista ético e o atendimento com integralidade do usuário é importante. Ana Rita diz que os trabalhadores não são contra a USF o que temos é que defender e respeitar o SUS, seus trabalhadores e as agendas. O IMESF até o momento é considerado inconstitucional e defendemos o SUS com seus serviços de equidade, igualdade, integralidade e gratuidade nas necessidades de cada usuário, criando um vinculo com as comunidades e que logo pode ser desfeito como aconteceu com o Instituto de Cardiologia que dispensou seus contratados deixando a população na mão. A USF não é 24 horas, ela funciona da 8 h. às 12 h. e das 14h às 18 h. Luciana diz que está para ser adotado um sistema eletrônico de nome CISAP em substituição ao CIAB que vai ser adotado tanto na UBS quanto na USF, facilitando a comunicação entre as partes e com isso tornando possível a unificação das equipes e compete a comunidade chegar a esse consenso. Nara confirma que existe um diferencial que é a população idosa e que o sistema de USF é o modelo implantado no Brasil e não podemos fazer uma salada de frutas o que devemos é fortalecer a USF parece já estar definida a unificação e isso não pode ser aceita dessa forma sem uma discutição mais profunda. Ana diz estar em férias e esta se fazendo presente por julgar importante a elaboração de uma forma que contemple as partes trabalhadoras da USF, UBS e usuários, temos algumas idéias para apresentar e parece que não é este o foco desta plenária. Tenho ido a muitas plenárias na comunidade, e conversado com usuários e trabalhadores e em conjunto com Graziela tentado encontrar uma forma de consenso que ainda não foi alcançado e o que se observa é a resistência dos trabalhadores. Ana Eliza diz que seguem a orientação dada pela gerencia, quem pertence a USF é direcionada para a USF. Outra instrução diz que a UBS não pode mandar nenhum usuário embora, e nas quintas feira a UBS tem que atender a verificação de preção e fazer aplicação nos usuários da USF.  Beatriz fala que discorda da forma como esta sendo realizada a reunião, que ao invés de se buscar um modelo a ser seguido o assunto esta sendo distorcido, devemos nos preocupar de como vai ser executada essa integração. Graziela diz que o que pensava não era de voltar ao que era antes, nosso objetivo é atender o que é preconizado pelo MS, e em toda Porto Alegre é aplicado o sistema de acolhimento que é o mesmo aplicado na USF, diferenciado de acordar a noite e ir para a fila em busca de uma ficha, a idéia é de que todo paciente se ouvido e suas necessidades atendidas. Quando falamos em integrar, é aplicar a mesma forma de atendimento em toda a UBS e não apenas na USF. A intenção é formar um grupo para debater e encontrar uma forma de atender igualitariamente nossos pacientes. Nazário se declara mais confuso detectando conflito entre trabalhadores e usuários. Rosane diz não ter nada pronto e que a reunião é para ouvir e juntos construir e por certo teremos outros encontros para aprimorar um modelo a ser adotado aqui no IAPI e a decisão é nossa em escolher a melhor forma a aplicar. O que estamos tentando encontrar e formular é um processo de trabalho que venha ao encontro das necessidades e quando falamos de saúde não falamos apenas no atendimento médico. O problema de falta de médicos é em todo o país e Porto Alegre aderiu ao Programa mais médico e está recebendo alguns para cobrir necessidades carentes de alguns postos. A falta de qualquer profissional na equipe cria dificuldades tanto para usuários como para trabalhadores e por isso o modelo é diferenciado. O vinculo do trabalho dos trabalhadores com os usuários é lamentável quando o vinculo trabalhista interfira nas ações e se esta comunidade é nossa, juntos devemos encontrar o melhor caminho, e esta é a proposta a ser discutida. É obvio que para atender trabalho tão amplo é necessário ter vários coordenadores para que seja porta voz do restante das equipes. A partir da adesão a ESF se buscou uma forma para a contratação de profissionais pelo sistema celetista, sendo criado o IMESF  para que  houvesse a possibilidade de contratar de forma de evitar uma instabilidade que surgia a cada renovação de contrato. Havendo  condição sob judice porem com alguns pareceres de que não foi aceito sua inconstitucionalidade e não crendo de que só se faz saúde com trabalhadores estatutários, visto haver serviços prestados pelo Grupo GHC que é celetista, Hospital Mãe de Deus, Divina Providencia, Hospital de Clinicas, Hospital da PUC, fazendo gestão de saúde com todos e devemos verificar é se os serviços são prestados a toda comunidade e não é apenas os gestores mas o controle social se faz presente em todos os serviços. O processo de informação é uma necessidade há muito tempo, controlar a demanda  e contratar mais serviços e o que pode ser redistribuído e a atenção primaria já esta começando a ser implantada na SMS e o MS esta ofertando tipos de programas paras prefeituras, porem os serviços são prestados por pessoas que se não entenderem de nada serve a informatização.  E para encerramento apreciaria retornar com dados mais completos onde devem ser montados com a participação de grupo de trabalho que se aproxime da coordenação da UBS, USF, trabalhadores de ambas, Gerencia e Conselho para juntos tratarem de ver as possibilidades de fazer o acolhimento por inteiro do CS/IAPI. Ana D’Agord comenta que é preconizado 3.500 usuários para cada equipe de SF e nas UBSs tem um numero maior para cada médico, existem municípios que já discutem reduzir para 2.500 usuários. Graziela diz que nas USFs os trabalhadores cumprem quarenta horas semanais e nas UBSs os horários são de 20, 30 ou 40 horas e alguns até de três horas semanais e se somados os números de horas, a USF tem proporcionalmente o dobro de ofertas e quem freqüenta a UBS tem metade das possibilidades de ser atendido. Gabriel salienta que nas unidades que detêm um maior numero de idosos que sentem maiores necessidades de consultas devidas seus riscos de vida ser também maiores, a proporção de ofertas deve ser também maior. Rejane cita que após um ano de funcionamento, a USF conseguiu cadastrar apenas trinta por cento de sua região e as equipes ainda não estão completas, saiu o Instituto de Cardiologia e entrou o IMESF, e por longo período a UBS também ficou sem coordenação e o modelo apregoado é de ser implantado o matriciamento e que se implante o NASF, que se fortaleça a equipe de USF e que se reponham os servidores que saíram e não foram repostos e se obedeça as resoluções que foram homologadas pelo CMS, porque o que esta sendo implantado não atende nem o nível de gestão ou o CMS. Ana Contratação dos concursados, capacitação continua e que não se implante serviços que não atendem usuários e trabalhadores, implantação do sistema de informatização. Andre diz que faltam médicos, pessoal administrativo, técnicos, existem centenas de pessoas aguardando serem chamadas e o governo não faz. Ana Elisa diz que o assunto não esta encerrado, o tempo foi curto e existem muitas duvidas a serem esclarecidas, propondo marcar uma data para avançar no debate, solicitando a coordenadora da UBS que seja transmitido aos trabalhadores os avanços uma vez que existe a rádio corredor, razão porque existem tantas falas desencontradas. Ana D’Agord diz que os debates foram muito proveitosos, porem para que se possa construir uma proposta em grupo grande não é possível, devemos nos reunir com grupo de representantes para que se possa encontrar uma forma de trabalho que contemple as necessidades, sempre vai haver alguém que não ficou satisfeito com os resultados e assim é a vida, e a proposta é a de que monte um grupo que participe e ajude na construção de um caminho e retorne para seu grupo para discutir os avanços e assim trabalhar melhor. Rejane diz que sua proposta é que se fortaleça a USF, monte os NASF, se monte um grupo de trabalho para discutir uma solução, se monte o matriciamento efetivo, e a deliberação seja no Conselho Local de Saúde e que se siga as resoluções do CMS. Alcides diz que a reunião foi feita para não dar em nada, houve muito jogo de palavras. Ana D’Agord diz que a proposta de que concorda em que a deliberação deve ser no CLS porem a USF não esta contemplada no CLS e que o CMS define que o mesmo deve existir apenas um conselho. Colocada em votação a proposta de Rejane foi vencedora com treze votos. Nada mais havendo a tratar foi lavrada a presente ata. Gabriel Antonio Vigne.